terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Curta Cotidiano #4


Ciúme. Do latim "mil facas lhe perfurarão o peito".



Quando o amor abre os braços, a gente simplesmente abraça. Não há outra possibilidade, não tem para onde correr.
Sentir ciúme é cortar os pulsos. Os nossos? Claro que não, os do amor. O mesmo que nos recebeu de bracinhos abertos. 
No momento estou providenciando curativos. E você?

7 comentários:

Toninho Moura disse...

Ciúme é prova de amor
Troque a dor do ciúme
pela dor de fazer amor

Espelho Meu disse...

Costumo dizer que o ciúme é o veneno dos amantes. E o antídoto? É, ainda não o descobri. <3

Claudio! disse...

Eu gosto de pensar assim: Ciu[meu]. É meu, e contudo, todavia, porém. Mostro, escondo, guardo onde quiser. Posso ter muito, posso ter pouco. Que seja ciu[minha], nunca ciu[mente]

Beijo!

PS: Ficou meio estranho ou dificil de entender? :(

Ronaldo Fernandes disse...

O antídoto é o próprio veneno, aa talvez eu nem tenha usado curativos, a sentimento está tão intenso que trago a ferida expostas

e se as lágrimas não vazarem nos meus olhos elas me estourarão por dentro

Contradita disse...

Menina, você sempre tão precisa e talentosa nas suas palavras.

Em relação ao ciúme, acho que o problema são as dosagens. Pode ser gostoso ou fatal.

Adorei o texto, a imagem e adorei mais uma vez passar por aqui.

Bjos

Tatiana Kielberman disse...

Que os curativos sejam apenas temporários, para que a substituição venha em forma de um amor bem lindo pra você, Flah!

Com um pouquinho de ciúme pra temperar a relação, na medida certa...

Beijo carinhoso!

Fernando Amaral disse...

"E quando o amor abre os braços, a gente simplesmente abraça."

Flávia, temos sorte, muita sorte.

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